A agência genérica
Faz bem
Executa e tem gente para isso.
Fica de fora
Tem um squad para manter ocupado e, muitas vezes, um canal para vender. Por isso o relatório do fim do mês fala tanto de alcance.
Para fundadores, CEOs e líderes de marketing B2B
Seu marketing tem posse de bola, mas as vendas ainda dependem de indicação. Eu olho o seu go-to-market de fora, encontro onde a jogada morre e entro em campo junto com o seu time.
15 minutos pelo WhatsApp, sem apresentação comercial.
Súmula · resultados de projetos que liderei, medidos em faturamento e pipeline
em faturamento via mídia paga
de leads qualificados via Inbound
de MRR potencial gerado via ABMMarcas B2B que já ajudei


























Para quem é
A empresa vende bem quando você está na conversa. O problema é que você não cabe em todas. Quase todo cliente veio da sua rede. Você precisa de um go-to-market que o conselho entenda e que a primeira contratação de marketing consiga executar.
Você tem time e verba, mas falta alguém sênior em mídia, outbound ou go-to-market e a meta de pipeline está atrasada. Você precisa de alguém que entre operando em semanas, sem esperar 3 meses por uma contratação.
O problema
Reunião de resultados. Pode ser com o CEO, com os sócios ou com o conselho. Alguém mostra o que o marketing entregou: posts publicados, os leads do mês, a campanha nova no ar desde terça. E vem a pergunta de sempre. Quantas oportunidades isso virou?
A resposta é desconfortável. O comercial recebeu os leads, ligou para metade e descartou a maioria. A meta de pipeline está pela metade, e as vendas que fecham ainda vêm por indicação.
O marketing joga o tempo todo. A jogada é que morre antes da área.
E cada mês assim custa duas vezes. A verba sai sem ninguém saber quanto dela virou oportunidade, e a próxima reunião de resultados começa mais difícil do que a anterior.
Os três técnicos
Quando a meta aperta, as opções na mesa costumam ser as mesmas.
O problema não é quem está no banco. É a metade do jogo que fica de fora.
Falta alguém que assista ao jogo da arquibancada e depois desça para o campo. Que enxergue o problema sem canal para empurrar, e fique para operar o que recomendou.
Como funciona
Três etapas e a mesma pessoa do começo ao fim. A estratégia chega inteira na execução porque ninguém precisa repassá-la.
Antes de mexer em qualquer campanha, eu entendo quem compra, quem assina e quem pode travar o contrato. Isso vira um playbook de 10 seções, usado toda semana por quem escreve e por quem vende. Se a empresa ainda não tem marketing, ele vai para o conselho e para a primeira contratação.
O playbook vira um plano com objetivo, prazo e uma decisão para cada canal: escalar, apostar ou desligar. Cada decisão ganha um passo a passo de execução. Na segunda-feira seguinte, todo mundo sabe o que fazer e o que parar de fazer.
Eu opero mídia, outbound e conteúdo com um departamento de agentes de IA que lê o seu playbook antes de escrever uma linha. É o volume de trabalho de três pessoas, sem as três contratações. Reviso cada entrega e ajusto pelo que o CRM mostra.
Olhar de fora
Por isso o modelo de trabalho tira de mim qualquer motivo para recomendar mais do que o seu pipeline pede.
Ele fica pronto para qualquer time executar: o seu, outra agência ou eu. Seguir comigo na operação é uma decisão que você toma com o documento na mão. Você não fica preso a nenhum fornecedor, nem a mim.
A mídia é paga direto por você, sem percentual meu em cima. Na prática, a recomendação de investir mais só aparece quando o pipeline justifica.
Do meu lado não existe time júnior esperando escopo. Se a recomendação for fazer menos, eu digo.
Canal que não gera oportunidade consome verba que poderia estar no canal que gera.
Cases
Resultados contados onde a diretoria conta: faturamento e oportunidade.
em faturamento gerado, com ROI de 61x em mídia.
em faturamento gerado, com ROI de 8,6x em mídia (Google Ads e LinkedIn Ads).
de leads qualificados para o time de SDRs, com inbound e prospecção rodando juntos.
de MRR em 90 dias no go-to-market de um produto novo.

Quem entra em campo
Sou o Gustavo André. Em mais de 8 anos de marketing B2B de médio e alto ticket, trabalhei em agência, liderei marketing dentro de empresa e atuei como consultor. Conheço o ponto cego de cada um dos três técnicos porque já fui os três.
Hoje eu junto as duas metades do jogo. Olho de fora e entro em campo para operar. Falo direto com quem decide e respondo pelo resultado no CRM.
B2B Insiders · The Vault by Refine Labs · Full-Funnel ABM by Fullfunnel.io
Perguntas frequentes
É uma consultoria com uma pessoa sênior do diagnóstico à operação. A capacidade de produção vem de um departamento de agentes de IA, e quem planeja é quem executa.
Serve, e boa parte dos meus clientes começou assim. O Playbook GTM define para quem vender, o que dizer e qual o primeiro canal. Daí você decide se eu opero ou se o documento orienta a sua primeira contratação.
Continua. Eu cubro a disciplina que está faltando, seja mídia, outbound ou go-to-market, e trabalho junto com quem já está em casa.
Começando pelo Playbook GTM, um projeto fechado, com começo, fim e um playbook de 10 seções na mão. A operação vem depois, com meta medida em pipeline.
Tudo fica documentado: playbook, plano e o departamento de agentes, numa pasta separada para cada cliente. A operação não depende da minha memória.
O playbook fica pronto em 4 a 6 semanas. A operação roda em ciclos de 90 dias, com revisão mensal medida em pipeline.
Para empresas B2C e para quem quer escolher o canal antes de saber para quem está vendendo.
Primeiro passo
Você me conta o momento da empresa. Eu digo onde acho que está o problema e o que faria primeiro. Se a resposta não for contratar a GA, eu digo isso também.
Abre o WhatsApp com a mensagem pronta. Sem apresentação comercial e sem proposta na primeira conversa.
WhatsApp: 51 99959 9861